domingo, 8 de agosto de 2010

Festival de Folclore

Passou-se hoje em Alcobaça. 
Diversos grupos folclóricos de várias regiões do país apresentaram-se, com os seus trajes e danças tão diferentes, no 26º Festival de Folclore organizado pela Junta de Freguesia da Cela.
Havia imensos turistas e pelo que vi adoraram.




Entretanto a máquina fotográfica ficou sem bateria e tive de recorrer ao telemóvel


sábado, 7 de agosto de 2010

Blue moon

A chata da minha melancolia ainda não passou. 

Depois este calor imenso sem uma brisa sequer, só me dá dores de cabeça. Mais logo vou sair e terei de infalivelmente tomar uma aspirina. 
Entretanto o querido do meu vizinho resolveu oferecer-me uma armação para o poço, e está lá fora neste momento a fixá-la. É feita de verguinha de ferro, uma peça estilo tripé, funcional e simples que vai dar para o que quero, e assim vou poder tirar água do poço mais vezes. 



Aqui em Alcobaça os vizinhos são como irmãos. Quando precisamos de algo, alguém trata de arranjar. 

Da minha casa a lua é assim, linda e brilhante, como a canção da Diane Shaw, que embala suavemente este meu estado de espírito melancólico.



quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Tem dias...

Sou mais do estilo melancólico e tem dias quando me encontro em completa solidão que me vou abaixo, principalmente quando penso muito sobre o que está para vir na minha vida. 
Já devia estar a sonhar sobre isso pois acordei cedíssimo, muito ansiosa e assim me mantive parte do dia.
Para libertar estas ideias negativas, enchi-me de vontade e "ataquei" a horta. 
Plantei pepinos e alfaces que tinha semeado há 3 semanas, retirei infestantes da horta e do jardim, pulverizei com enxofre uma trepadeira que dá umas cabaças em forma de garrafa e que estava cheia de oídio, limpei o filtro do lago e dei de comer aos peixes.
Fiquei cansada e resolvi ir à praia, mas nem uma hora lá estive. O vento era tal que a areia magoava no corpo. Mas deu para tomar uma banhoca.
À vinda passei pela Graça, cabeleireira, anda tão cheia de trabalho que desta vez teve de ser por marcação. Sexta-feira lá estarei. 
A seguir fui ao ginásio e constatei danada que alteraram o horário o que me fez faltar hoje. Amanhã terei de ir mas de manhã.
Entretanto à tarde recebi um sms de um amigo holandês, o Eddy, que vejo mais ou menos de 3 em 3 anos e que me deixou feliz. É o meu amigo mais alto, tem 2,03 metros.
Por coincidência outro amigo que foi com a família viver para Inglaterra há uns anos, ligou-me a avisar que chegaram de férias e querem combinar qualquer coisa. 

Pois é pensamos nós que estamos tristemente sós e afinal, os amigos aparecem nem que seja de longe a longe.

Em relação à vida, sinto-me como este gato: expectante.

Obesidade em crescendo nos EUA

A obesidade nos EUA cresceu mais rápido do que qualquer um poderia ter imaginado, tendo duplicado nos adultos e triplicado nas crianças, nos últimos anos.
O aumento da taxa de obesidade neste país aumentou enormemente os custos médicos, pelas doenças associadas, cardíacas, derrames, diabetes e cancro, estimando-se em 105 bilhões de euros em 2008.
Um outro estudo publicado no American Journal of Preventive Medicine constatou que a percentagem de adultos obesos nos EUA subiu 90% em 16 anos, 14% em 1993 para 27% há dois anos, mostrando que mais americanos estão a morrer mais jovens por sofrerem de doenças provocadas pela obesidade.


terça-feira, 3 de agosto de 2010

4ª Sessão de Quimioterapia

Segunda-feira, rumei a Lisboa minha linda cidade natal.
Tem piada que quando regresso, vejo-a com outros olhos mais ao pormenor e mais linda.

Av. 24 Julho

Marginal


Praça de Espanha

Terreiro do Paço

Santa Apolónia

Deixei Alcobaça, para hoje às 7:30 levar a minha irmã à sua 4ª (de 8) sessão de quimioterapia.
Estes tratamentos no IPO já se tornaram quase uma rotina horrível. 
A minha irmã tem uma resistência brutal e parece não haver nada que a abata, como estamos todos tão envolvidos para que ela se cure depressa, coitada nem teve ainda oportunidade de chorar ou quebrar pela sua má sorte. 
Mais uma vez e felizmente as suas análises apresentaram-se óptimas. Caso contrário teria de suspender a quimioterapia e isso atrasaria o processo de cura.
Custa-me sempre muito estar naquela sala de espera e observar as desgraças dos que lá estão.

Desta vez e apesar do calor aventurei-me a sair do IPO e fui dar uma volta à Gulbenkian.
Não passava por lá há séculos e sempre que vou fico fascinada com o seu jardim tão fresco e verdejante, onde os turistas se espalhavam deitados na relva, cansados pelo calor.
Eis umas fotos:

Logo à entrada esta escultura de nome "Liberdade guiando o povo" de Barthélémy Toguo

O Jardim

Ainda deu tempo para ir ver a exposição gratuita de pinturas e aguarelas do pintor francês Constant Le Breton.

domingo, 1 de agosto de 2010

Vuma

Vuma de nove meses de idade ficou órfão, este mês, depois de caçadores numa reserva a norte de Joanesburgo, terem cortado o chifre de sua mãe deixando-a morta numa poça de sangue.
Ela foi a vítima mais recente e o último rinoceronte adulto morto no Krugersdorp Nature  Reserve, em uma onda de caça ilegal que tem visto o número de rinocerontes mortos aumentar drasticamente este ano na África do Sul.
Vuma, cujo nome significa "aceitação", só sobreviveu porque o seu chifre estava ainda a crescer.
“Os Rinocerontes são tão sociais que podem realmente morrer de solidão, se deixados à própria sorte”. "Vuma vinha muito stressado, desidratado e com muita fome quando chegou, mas agora está lentamente a fazer progressos e está a adaptar-se bem", disse Ed Hern, dono da Lion Nature Reserve onde Vuma agora vive com outras duas crias órfãs.
A caça furtiva subiu este ano pela crescente demanda na Ásia, onde se crê que os chifres de rinoceronte têm poderes medicinais.
No ano passado, 122 rinocerontes foram mortos, mas o número deve duplicar este ano, com 139 já mortos. A caça furtiva continua no ritmo actual e o número de mortes irá superar o de nascimentos.
África do Sul é o baluarte remanescente de uma população viável de rinocerontes na África e os caçadores ilegais não vai parar até que não haja mais rinocerontes.
No passado, os caçadores furtivos usavam armas caseiras, mas agora redes criminosas internacionais entraram no comércio especializado, com medicamentos veterinários, armas, helicópteros, equipamentos de visão nocturna, coletes à prova de bala e mercenários bem treinados para monitorizar rinocerontes.
O governo criou uma unidade para combater a caça ilegal de rinocerontes e no ano passado foram gastos 544.000€ para contratar mais guardas de campo e comprar novos equipamentos para o Kruger Park
"O objectivo da unidade é coordenar a comunicação, investigação e repressão desses criminosos de uma forma sistemática e deliberada, porque veio à luz que não estamos lidando com o 'normal' caçador, mas sim com o crime organizado.
O valor comercial dos rinocerontes mortos vai já em mais de 47 milhões de euros, e o turismo será fortemente afectado se o problema continuar, porque o rinoceronte está entre os cinco grandes animais de que a África do Sul se orgulha e que os turistas anseiam ver. 
Uma campanha de conscientização na Ásia foi necessária, para explicar que os chifres de rinoceronte não têm valor médico científico. Cientistas provaram que o chifre do rinoceronte tem queratina, que é o mesmo produto químico encontrado nas unhas. 
Os Rinocerontes são parte do património da África e chegaram a ser retirados da extinção.

Última Visita de Estudo

Este sábado, terminou o cursinho de Agricultura Biológica com uma visita à Biofrade na Lourinhã, que se dedica a este tipo de produção, sendo um dos principais fornecedores da cadeia de supermercados Pingo Doce.
Anteriormente, eu tinha uma noção errada de que para se ser produtor pelo modo agricultura biológica seria uma tarefa bem complexa. 
Não é bem assim, os fertilizantes e insecticidas naturais mais utilizados não variam muito, insistindo os produtores em três ou quatro marcas para combater em quase todas as culturas, as diferentes pragas de insectos prejudiciais. 
Tudo passa por uma rotina, que mais tarde e com a prática, faz-se com alguma facilidade. 
O essencial neste tipo de agricultura é o capital necessário para o arranque do negócio que implica a aquisição de equipamento de custo avultado e de terrenos com grandes áreas.

Eis algumas fotos:

Início da visita

Plantação de Batatas

Plantação de Feijão Verde

Plantação de Tomate

Armadilha de Feromonas que serve para atrair insectos indesejáveis tais como a mosca da fruta e bichado e assim evitar que ponham ovos nos frutos 

Abelhões para a polinização
compram-se na Koppert em caixas, assim como diversos insectos auxiliares 

Plantação de Beringelas

Plantação de Alfaces


Entretanto e durante a visita

sexta-feira, 30 de julho de 2010

A Família comigo

A minha "família" está no termo. 

Será o último verão com o companheiro de 6 anos mais outros 3,5 anos de encontros breves. 

Com ele passei os seus anos mais negros em termos profissionais.

Entretanto ele regressou ao seu país e agora está bem.

Só sei dizer que amei muito...


domingo, 25 de julho de 2010

PC Portátil na India por 28€

Ao sabermos da possibilidade de estes equipamentos poderem ser desenvolvidos com verbas tão baixas, fico logo a pensar nos milhões que as Compac, HP's etc., gananciosamente ganharam durante estes anos todos.


Na India criaram um PC portátil com monitor táctil por 28€, um protótipo de computação destinado aos estudantes do ensino básico e aos universitários.
O aparelho, desenvolvido pela Indian Institute of Technology e pelo Instituto de Ciência Indiano, faz parte de um esforço para dar aos alunos uma melhor educação e competências técnicas necessárias para impulsionar o crescimento económico da Índia.
Os primeiros usuários deverão ser os estudantes universitários com a introdução do dispositivo de computação em Linux.
Este portátil pode funcionar a energia solar, está equipado com um navegador de Internet, tem capacidade de vídeo-conferência e um media player, entre outras facilidades.
O governo, que espera que o custo do aparelho possa eventualmente cair para 8€, está em conversações com os fabricantes globais para iniciar a produção em massa do dispositivo.


sábado, 24 de julho de 2010

Visitas de Estudo


Foram duas as visitas de estudo que fizemos hoje, por indicação da Associação de Agricultores de Alcobaça que está a financiar o curso de Agricultura Biológica.
Iniciámos o dia com mais teoria nas instalações da associação, seguindo duas horas mais tarde para os pomares da Engenheira que nos dá a formação, terminando na Pequena Terra onde nos deliciámos na apanha do morango e na apreciação de todo o espaço, com o total de 6 hectares. 
Parte da quinta é dedicada à produção pelo modo de agricultura biológica e a outra parte destinada a actividades lúdicas para crianças ou actividades "eco-logicamente divertidas" como lhes chamam. 
Uma forma inteligente para sensibilizar as crianças que têm pouco contacto com a natureza, a apreciá-la e a valorizá-la.
Seguem algumas fotos para apreciação.

Pomar com uma bela vista

Ninho de melro

Ovos de Crisopa (parecem presos por um cabelo)
Insecto auxiliar que mata infestantes

Por último a Pequena Terra

No caminho vi esta casa tristemente abandonada
Alguém foi feliz aqui

sexta-feira, 23 de julho de 2010

O Poço pode Esperar

O meu poço bem pode esperar pelas altas tecnologias. 
Pode ser que algum dia eu tenha possibilidade económica para adquirir uma qualquer bomba de água ecológica, que tire a água do poço sem ter de recorrer a combustíveis nem electricidade.
Recorri à Internet, e nas respostas às minhas consultas fiquei a saber que um moinho de vento custa entre 3800 a 6500€ mais Iva, que uma bomba submersível a energia solar custa 835€ mais Iva e que uma bomba de água manual, que só encontrei em empresas dos EUA, custa 1500€ mais despesas de transporte e direitos de importação.
Por estes preços por mais que queiramos é de todo impossível recorrer às energias renováveis. 
Então, arranjei a solução mais limpa e amiga do ambiente, em que a única energia consumida será a dos meus músculos, que já ando a fortalecer nas idas ao ginásio.


quinta-feira, 22 de julho de 2010

Crueldade animal, na Rússia


Numa campanha publicitária realizada por diversos empresários russos, para atrair banhistas à sua praia privada no Mar de Azov, resolveram colocar um pára-quedas num burro que coitado berrava de medo por cima das cabeças dos banhistas.
O animal subiu tão alto que as crianças na praia choravam perguntando aos pais porque é que tinham amarrado um cãozinho ao pára-quedas.
Ninguém que presenciava o estúpido evento teve miolos para chamar a polícia, simplesmente miravam o burro e fotografavam-no bombardeando com telefonemas a imprensa local.
O burro aterrou de uma forma atroz, foi arrastado vários metros ao longo da água, após o qual foi retirado meio vivo para a praia.
O incidente é impressionante mesmo para um país onde a crueldade animal é generalizada, tendo sido um choque para os moradores da região.
Agora os empresários arriscam-se a uma pena de prisão que pode ir até dois anos.

Acho que é pouco, para tamanha estupidez.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

VIH

Nem calculam como fico satisfeita quando tenho conhecimento de novos e promissores preventivos ao VIH, doença que durante anos me angustiou. 
Estive indecisa se haveria de contar parte da minha vida, mas considero que ao fazê-lo talvez seja uma forma de alertar os amigos que me lêem, a terem o máximo cuidado pois estas desgraças acontecem a qualquer um.
Há muito tempo atrás casei-me e após poucos dias de casada tivemos conhecimento que o meu marido era seropositivo. Dois anos mais tarde separamo-nos mantendo-nos na mesma muito unidos até à sua morte.
Com respeito ao VIH - Vírus da Imunodeficiência Humana, que causa danos ao sistema imunitário e conduz a uma condição denominada SIDA - Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, há 20 anos atrás era uma doença da qual não havia muita informação.
A sua medicação consistia no AZT um medicamento que se revelou capaz de inibir a reprodução do vírus, ampliando a expectativa de vida dos pacientes, e cujo princípio activo era a Zidovudina substância aprovada para tratamento do Sida.
Inicialmente esta substância era usada no tratamento do cancro, tendo sido descoberto mais tarde o seu potencial na luta contra o VIH.
Os efeitos colaterais da Zidovudina mais importantes passavam pela anemia, tendo como sintomas palidez, fraqueza, cansaço, tonturas e batimento acelerado do coração; a leucopenia (diminuição das células brancas do sangue) e a plaquetopenia (redução no número do componente ligado à coagulação do sangue).
Apesar de tudo, eu e o meu marido na altura, mantivemos uma pesquisa exaustiva por todos os meios ao nosso alcance. Fomos a palestras, lêmos todas as revistas médicas nacionais e estrangeiras que encontrávamos na esperança de obter o máximo de conhecimento em tratamentos e cuidados de saúde, de forma a manter o vírus “adormecido” e com isto proporcionar um prolongamento máximo de vida.
Os médicos que seguiam a evolução da doença, convenceram o meu marido a entrar em protocolos sobre novas terapêuticas lançadas por laboratórios para o combate ao VIH. Por três ocasiões foi sujeito a estes tratamentos mas nenhum foi benéfico pelos seus efeitos hepatotóxicos, piorando o seu estado de saúde.
Para surpresa dos mais próximos não contraí o vírus e, apesar do mesmo poder manter-se incubado no nosso corpo por tempo indeterminado, o meu médico de família concluiu que após 10 anos consecutivos de análises, comprovava-se que eu não tinha qualquer anticorpo que confirmasse o contacto com o VIH.
O meu caso fez-me lembrar outro focado anos atrás, acompanhado e investigado por um laboratório científico, sobre um grupo de nigerianas que se prostituiam há anos, sem qualquer protecção, e não contraiam o vírus por serem portadoras de um gene que as protegia. Talvez eu tenha esse gene e apesar de antes de casar termos vivido juntos durante algum tempo, não houve qualquer interesse da parte dos médicos, nem fui sujeita a qualquer análise para saber o motivo de não ter contraído o vírus da imunodeficiência humana.
No final dos anos 80 e início dos anos 90, muitas informações na imprensa eram completamente estapafúrdias e geravam confusão nas pessoas àcerca do modo de contágio e consequente medo generalizado sobre a doença. Havia imensa falta de clareza nas informações e persiste ainda a ideia em muita gente que o contágio pode acontecer através de um simples beijo.
Passados mais de vinte anos, o ostracismo e discriminação a que os portadores do VIH estão sujeitos continua, com apenas modestas leis feitas para proteger as pessoas infectadas. Numa atmosfera de completa ignorância e de indiferença, na qual se incluem numerosas organizações e instituições de combate ao SIDA, os seropositivos continuam a ser considerados um perigo para a saúde pública ou seja potenciais agentes de contaminação, tornando-se inadmissível que actualmente existam empresas exigindo análises clínicas antes da contratação de funcionários.
Este acontecimento alterou totalmente o meu comportamento perante a vida. Decididamente era-me impossibilitada a oportunidade de constituir família o que na minha idade fértil foi muito difícil superar e, o ponto de ruptura foi quando anos depois de saber que não tinha o vírus e pretendi doar um pouco do meu sangue, grupo O Rh Negativo por haver poucos dadores, fui confrontada de forma agreste por uma médica no Hospital de Santa Maria dizendo ser crime, reprovando a minha acção, só pelo facto de ter coabitado com um seropositivo.
Como já tinha sido dadora de sangue anos atrás e era contactada anualmente pelo Hospital por via postal, foi doloroso este acontecimento e gradualmente fui ficando distante perdendo contactos, isolando-me e sem paciência para ouvir relatos de problemas de saúde insignificantes.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Hortaliça desconhecida

Hoje como estava um dia fresco aproveitei para andar a tratar do jardim e da minha horta. Como aqui nada se passa, a não ser apreciar a beleza da natureza, de vez em quando as vizinhas dão à língua e foi o que me aconteceu com a vizinha Karen, belga de nascimento mas holandesa por casamento. 
Levou-me à sua horta e fiquei pasmada com a organização da mesma, com uma simetria que mais parecia uma pintura geométrica ou algo assim tão perfeito. As verduras eram magníficas e com um tamanho brutal à conta dos cocós dos coelhos de uma amiga. 
Ofereceu-me uma courgette gigante digna do Entroncamento, à qual não resisti em fotografar.


Entretanto tinha lá outra verdura idêntica à alface. Segundo a Karen misturam-na no puré de batata depois de cortada aos pedacinhos e escaldada. Diz ser um pouco amarga mas saborosa e muito nutritiva e que tinha trazido as sementes da Holanda.
Ainda não fiz puré de batata mas amanhã farei para provar essa verdura desconhecida cuja foto também mostro.



Quase me senti envergonhada por não ter hortaliças daquele calibre, mas acabei por oferecer-lhe uma das garrafas de vinho branco de colheita particular que me ofereceram há tempos e ainda nem provei. Espero que o vinho seja bom.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Casamento para a vida (?!)

Um Homem foi obrigado a casar com a sua namorada de há 10 anos.
Segundo a notícia o homem tinha amor à namorada mas recusava casar-se.
Depois resolveu andar fugido mas acabou por ser apanhado e levado à força à "forca", quero dizer casamento.
Vejam o desespero do desgraçado. Que raio de relacionamento vai ser aquele daí para a frente. 
Que mulher iria querer um individuo assim, a ser arrastado e a pegarem-lhe nas mãos como a uma marioneta para cumprir os rituais.
De facto a cultura na Índia, quanto a casamentos, tem que se lhe diga...

 



domingo, 18 de julho de 2010

Renascimento de Chernobyl

Em Chernobyl, com as pessoas ausentes desde há 24 anos, a  mãe natureza ganhou o seu terreno e fez as suas mudanças, conforme vem noticiado hoje no DN.

Alguns animais, muitos deles descendentes de animais de estimação deixados pelos donos na fuga da cidade após o desastre nuclear, tomaram conta da cidade, que igualmente se tornou o santuário de numerosas espécies em extinção.

Filme Nº 1

Sobre este tema existem mais 4 filmes que considero interessantes.




sábado, 17 de julho de 2010

O meu poço pede uma bomba de água

Como gosto do meu planeta e faço tudo o que está ao meu alcance para minimizar qualquer efeito nocivo sobre o mesmo, decidi que haveria de colocar no meu poço uma bomba de água eólica ou manual.
Lamento dizer que não tem sido fácil.
Tenho perguntado em todo o lado, na cooperativa ou pesquisas pela internet, e o que encontro são bombas mais indicadas para captação de água em grande, para regadio de grandes produções e quase todas dependentes da electricidade ou combustível.

Aprecio imensamente aquelas bombas de água manuais antigas de manivela, ou então em segunda opção um moinho de vento, mas muito mais pequeno que aqueles que ainda conseguimos ver nas quintas antigas.

Deixo os dois exemplos nestes pequenos filmes pois nunca se sabe se os amigos que me visitam têm algum contacto que me possam ceder.