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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Galápagos: começou a matança dos ratos


Deu-se início a um ataque em larga escala aos ratos invasores que ameaçam a sobrevivência das aves, tartarugas, iguanas e plantas nativas das ilhas Galápagos, cuja flora e fauna únicas foram estudadas por Charles Darwin enquanto desenvolvia a sua teoria da evolução.
Ratos pretos, ratazanas e ratos noruegueses, que acredita-se terem sido introduzidos no arquipélago por navios no final do século XVII, estão a ser atacados por helicóptero com um veneno especialmente concebido para estes roedores.
A ideia é eliminar todos os roedores não nativos das ilhas, sem pôr em risco outras espécies animais.
A isca envenenada é colocada em cubos azuis luminosos que atraem ratos, mas repulsivo para os leões marinhos e aves que habitam também as ilhas.
O projecto está a ser executado pelo serviço do Parque Nacional de Galápagos, com o apoio da Fundação Charles Darwin, e em meados de Fevereiro saberão se surtiu o efeito desejado.
Os ratos colocaram em risco grave, à beira da extinção o Petrel Galápagos, um pássaro marinho único no mundo e que apenas 120 sobrevivem.
Um total de 50 espécies de aves encontram-se ameaçadas pelos roedores, 8 delas gravemente em risco, assim como as tartarugas gigantes, iguanas e uma série de plantas.
Os ratos são omnívoros, o que significa que comem tudo que encontram e isso inclui os ovos de outras espécies.
Vinte falcões foram capturados de duas ilhas e colocados em gaiolas onde permanecerão durante dois meses, pois poderiam alimentar-se dos ratos envenenados.
O arquipélago possui 19 ilhas e 42 ilhotas, fontes oficiais revelam que as ilhas Isabela, Santa Cruz, Santiago, San Cristobal, Floreana e Santiago, estão infestadas com até 4 roedores por metro quadrado.
No entanto, os roedores não são o maior perigo para o frágil ecossistema das ilhas a 1000 Km da costa do Equador.
O maior perigo é o homem, seguido por cães.
As ilhas Galápagos foram declaradas protegidas pela UNESCO em 1978.
Em 2007, a UNESCO declarou-as em risco, devido a danos causados por espécies invasoras, pelo turismo e imigração.
Foi a variedade de tentilhões nas ilhas que inspiraram a teoria da evolução de Darwin.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Começou o Frio

Planeava hoje plantar o cebolinho que comprei ontem, mas o dia não está convidativo. 
Por aqui em Alcobaça o frio começou, e hoje com chuva e vento não se consegue estar lá fora, a apreciar a natureza.
Ainda assim, depois de ter vindo do ginásio e ter ido a um viveiro comprar uma schefflera, que pretendo colocar num vaso grande à entrada da casa, dei uma volta rápida pelo jardim que já começa a ficar um pouco triste e sem flores.
Depois dei de comer aos peixes e vim para dentro. Acendi a salamandra e agora vou fazer um chá preto para beber bem quentinho com um pingo de leite, a acompanhar com castanhas assadas.
São servidos?
A vista da minha sala

Um cogumelo solítário

Uma crisálida de borboleta Monarca

Os meus kinguios, na hora da refeição

Um pormenor da casa
(o sol era da Bershka)

Abóbora tardia

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Quintas Verticais

Um professor de ciências da saúde ambiental reformado, deseja mudar a ideia que as pessoas têm da agricultura, não em áreas rurais, mas nas grandes cidades. apelidando à técnica "Quintas Verticais".
Um novo livro deste visionário oferece um olhar para um futuro onde os arranha-céus das cidades e não campos rurais, produzirão os alimentos para o mundo.
Em "A quinta vertical", Dickson Despommier contesta a noção de que as plantas devem ser cultivadas em solo, advogando para o desenvolvimento e investimento em grandes projectos, utilizando estufas hidropónicas e outras tecnologias em crescimento.
Dickson Despommier diz que o objectivo é fornecer alimentos seguros e frescos em todo o mundo de uma forma que diz ser impossível com a agricultura moderna. 
Reconhece que chegar a esse desejável futuro pode ser caro, mas considera um desafio parecido com a corrida espacial.
"Não há nada nos impeça de fazer isso tal como não havia nada nos impedisse de ir à Lua”.
Despommier desenvolveu as suas ideias na Universidade de Columbia, e em conjunto com os seus alunos passou a última década estudando formas de incorporar a agricultura em áreas urbanas e planos de desenvolvimento para as explorações agrícolas de grande altura.
Tendo-se reformado em Janeiro, tem sido uma voz importante a promover a possibilidade de que a agricultura urbana poderia ser mais do que parcelas da comunidade em terrenos baldios nas cidades.
As suas ideias tendem a ser maiores em escala - e mais enredadas em novas tecnologias do que a dos outros no campo.
Ele prevê o cultivo em áreas de interior mais concentrado do que nos campos agrícolas, em se recorrer ao uso de herbicidas, pesticidas e fertilizantes.
Poderiam ser construídas torres apenas para o cultivo, ou prédios vazios poderiam ser convertidos.
Despommier prevê um sistema de energia que usa a queima de resíduos humanos, por exemplo o de biocombustíveis, para criar energia limpa a partir das quintas verticais.
Defende que se deve investir centenas de milhões de dólares em verbas federais em pesquisas em centros urbanos agrícolas em todo o país, onde poderiam ser construídos protótipos e ideias para fora.
Há-de chegar o dia

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

22% das plantas do mundo, estão ameaçadas


Uma selecção de espécimes vegetais são exibidos na ala antiga do herbário do Kew Gardens, em Londres. 
De acordo com um estudo mundial, uma em cada cinco das 380 mil espécies de plantas do mundo está ameaçada de extinção, e é a actividade humana que está a fazer a maioria dos danos. A maior ameaça é a conversão de habitats naturais para uso agrícola, impactando directamente nas espécies ameaçadas.
Os resultados foram divulgados antes de uma cimeira das Nações Unidas marcada para meados de Outubro, em que os governos devem definir novas metas para tentar conservar mais as plantas e os animais do mundo.
“Não podemos sentar e ver desaparecer espécies de plantas - as plantas são a base de toda a vida na terra, proporcionando ar puro, água, alimentos e combustível. Toda a vida animal e aves depende deles e nós também” disse o director da Stephen Hopper.
Os cientistas usaram dados analisados num estudo de cinco anos para elaborar o que chamaram de "amostragem Índice da Lista Vermelha das Plantas", que será adicionado a uma série de "listas vermelhas", elaboradas para ajudar a monitorizar o estado de mudança da grandes grupos mundiais de plantas, fungos e animais.
Como esta é a primeira vez que uma análise global da ameaça para as plantas do mundo foi realizada, os cientistas disseram que serviria como base para medir os esforços de conservação.
O estudo descobriu que a agricultura, o desenvolvimento e o uso da terra para pecuária estão entre as razões principais em que espécies de plantas estão a ser ameaçadas, e as áreas mais atingidas foram as florestas tropicais.
"As actuais actividades humanas estão a empurrar mais plantas para a extinção, mas se os governos do mundo tomarem os passos certos ... nós temos o potencial para proteger a vida das plantas e as criaturas que dependem delas", disse Steve Bachman, analista de conservação de plantas. 
Ambas as espécies comuns e plantas raras foram avaliadas para tentar dar um retrato exacto de como as plantas estão indo ao redor do mundo, disseram os cientistas num comunicado à imprensa.
Os pesquisadores estudaram uma amostra aleatória de cerca de 1.500 espécies de cada grupo, uma vez que a avaliação da ameaça para todo o mundo estima-se 380 mil espécies de plantas, seria uma muito grande tarefa. Em comparação com o vasto mundo das plantas, os especialistas estimam que existam em risco cerca de 10000 espécies de aves, 5500 espécies de mamíferos e 6300 espécies de anfíbios.
"A diversidade das plantas está subjacente a toda vida na Terra, por isso, é preocupante que a nossa própria espécie está ameaçando a sobrevivência de milhares de espécies de plantas", disse Neil Brummitt, pesquisador da diversidade botânica no Museu de História Natural.
"Nós criamos a linha de base. Agora precisamos trabalhar todos juntos para proteger não só o futuro das plantas mas o futuro de nós mesmos".

domingo, 2 de maio de 2010

Pérola Negra

É o nome da roseira que floriu no quintal de minha mãe.


Desde há anos que a minha mãe procura roseiras Príncipe Negro sem sucesso. 
Comprei-lhe esta como compensação, porque simplesmente as Príncipe Negro desapareceram do mercado, e as que vendem por aí dizendo serem essa variedade é pura ilusão. 
A particularidade da rosa príncipe negro é ser completamente negra e aveludada. Como esta na foto.

Entretanto o botão de rosa da minha primeira roseira que fotografei há 4 dias, atingiu o seu auge de máxima beleza. 

domingo, 11 de outubro de 2009

Flores lindas do jardim de minha mãe

Tal como a minha mãe herdei o gosto pelas plantas. Hoje estive todo o dia com ela e resolvi  dar uma volta ao seu jardim e tirar umas fotos das suas plantas em flôr.
Eram poucas, mas mesmo assim consegui estas maravilhas.

Trevo Roxo de 4 Folhas



Planta do Incenso


Rosa do Deserto


Euphorbia "Coroa de Cristo"


Alegria do Lar (?)


 Cacto tipo chorão