Parece que irá ser um filme interessante, ainda para mais com o homenzão que é o Russell Crowe.
Quero ir ver o filme nem que seja para imaginar como seria se aparecesse alguém que roubasse os ricos para dar aos pobres.
Nada mais a propósito nos tempos que correm, de certeza que este filme vai cair no goto de toda a gente.
Também vai ter muita acção e violência, muito sangue e sexo, ingredientes para ter sucesso.
O pior é que mal saiamos da sala de cinema caiamos na nossa triste realidade, toda às avessas, em os políticos e os seus estimados amigos é que levam a melhor. De pés rapados vindos de aldeias recôndidas, após poucos anos como deputados, passam a proprietários na Quinta da Marinha ou nos melhores bairros de Lisboa.
O resto da populaça, acabando a sua vida produtiva, terá de contentar-se com uma reforma paupérrima, a ser toda absorvida pelas drogas que terá de tomar para curar maleitas que com a velhice surgem, ainda para tramar mais a sua condição económica.
Suponho que deveria estar indignado com a legislação sobre a proibição da burka, recentemente aprovada pelo parlamento belga. Mas a verdade é que não estou - e nem a maioria dos muçulmanos europeus que vêem o assunto como uma distracção do principal desafio da integração económica, política e social do continente europeu com 20 milhões de muçulmanos.
O facto é que a maioria de nós estão verdadeiramente entediados com esta discussão. Há mais na vida dos muçulmanos europeus do que a vestimenta de uma pequena minoria de mulheres muçulmanas que, pelo seu comportamento, são claramente submetidas a um processo triste de auto-isolamento e auto-exílio.
Na realidade, a burka está no topo da agenda de muitos. Os jornais estão cheios de comentários, reacções e contra-reacções por parte dos jornalistas, políticos, académicos, organizações de direitos humanos, órgãos islâmicos e, claro, a habitual panóplia de governos muçulmanos sempre prontos a denunciar "islamofobia" na Europa. O debate irá continuar e mais países europeus, incluindo, provavelmente, França, Holanda e Suíça irão adoptar legislação semelhante.
Nicolas Sarkozy, presidente francês, que tem repetidamente dito que a burka "não é bem-vinda" no seu país, elaborou uma lei que proibe o seu aparecimento em lugares públicos. A Holanda e Itália têm sido empurradas para semelhantes medidas. A ministra alemã Silvana Koch-Mehrin apelou a uma proibição a nível europeu, sobre o uso da burka. "Eu gostaria que na Alemanha, e toda a Europa, se proibisse o uso da burka em todas as suas formas ... a burka é um ataque maciço sobre os direitos das mulheres. É uma prisão móvel", disse ela, acrescentando que o véu completo" apoia abertamente os valores que não compartilham na Europa". Do outro lado do Atlântico, em Quebec no Canadá, parece-se pronto para seguir o exemplo europeu.
A lei que proíbe o aparecer em público "com o rosto totalmente ou parcialmente coberto de modo a torná-lo não reconhecível" - fazendo uma excepção para motociclistas que usam capacete – destaca o desconforto de muitos governos europeus sobre a visibilidade do conservadorismo do Islamismo e dos muçulmanos no espaço público. Pessoas apanhadas a usar a burka poderão ser multadas em 15€ a 20€ e, eventualmente, serem presas por uma semana.
Sim, a proibição dá um sinal negativo a muitos muçulmanos europeus sobre o seu papel na sociedade europeia tradicional e cria uma abordagem "nós” e "eles" que divide em vez de unir as sociedades europeias. E sim, a legislação belga realça o poder crescente da extrema-direita em ditar a agenda europeia sobre questões relacionadas com o Islão, a imigração e diversidade.
Sem dúvida, o clima sombrio da economia actual e os temores do desemprego, que dominam a paisagem da Europa e que têm piorado, com queixas de que os 'estrangeiros' estão roubando os empregos aos europeus. Ameaças contra jornalistas e cartunistas sobre a imagem do Islão também despertaram temores de que a religião não é compatível com os valores ocidentais, incluindo a liberdade de expressão.
Na realidade, em termos de impacto a lei só afecta um número extremamente pequeno de mulheres europeias muçulmanas que usam o véu integral. Existem cerca de 375 mil muçulmanas na Bélgica, e acredita-se que apenas algumas dezenas usam a burka. Na França, Alemanha e na Holanda, os números também são muito baixos.
Numa recente conferência organizada em Bruxelas pelo Conselho Britânico e Europeu, a maioria das mulheres muçulmanas europeias deixaram claro que não tinham simpatia por mulheres que vestem burkas. Intelectuais muçulmanas apontaram que não havia textos islâmicos a favor do véu completo, e as mulheres mais jovens - mesmo aquelas que usam véu - denunciaram a burka como estranha e inaceitável na Europa. O consenso geral foi que, em vez de se concentrar sobre os prós e os contras da legislação contra a burka, os governos e os muçulmanos europeus deveriam estar trabalhando numa agenda comum para o diálogo e integração.
Como uma jovem mulher com um lenço disse na conferência: "Eu não uso o véu para me tornar invisível: eu uso-o para afirmar a minha identidade como muçulmana. Se eu usasse a burka, eu seria realmente invisível e irrelevante".
Dubai é a segunda cidade mais cara na região do Golfo, e a vigésima cidade mais cara do mundo.
Desde 1998, 17% da população da cidade é composta por cidadãos nacionais dos Emirados Árabes Unidos. Cerca de 85 por cento da população expatriada é asiática, sobretudo indianos (51%), paquistaneses (15%) e do Bangladeche (10%).
Além disso, 16% da população (ou 288 mil pessoas) que vivem em alojamentos colectivos de trabalho que não foram identificados por etnia ou nacionalidade, são tidos como sendo principalmente asiáticos.
Por aqui podemos ver como algumas dessas pessoas trabalham para mandar dinheiro para sustentar suas famílias em seus países de origem.
Muhiuddin Ashraf é do Bangladesh e trabalha 12 horas por dia numa empresa de construção. Ganha 5,35€ por dia.
Após o horário laboral e para ganhar um dinheiro extra, um trabalhador apanha jornais velhos para vender.
Um grupo de jovens afegãos e paquistaneses jogam voleibol num recinto local, depois de um dia de trabalho.
Carregadores de mercadorias paquistaneses aguardam pelos clientes.
Um trabalhador que ganha à tarefa, lava os vidros das janelas de um edifício recém construído na Praça Nasir no Dubai.
Após ter trabalhado durante 15 anos no Dubai, Muhammad Salamat Khan de Kabul tem agora o seu próprio restaurante.
Hoje a minha irmã Carmen levantou as suas análises no Instituto Ricardo Jorge e ficámos a saber que tem Linfoma de Hodgkin.
Foi um choque para todos nós irmãos e decidimos poupar a minha mãe desta terrível notícia, por ela ser já tão velhinha.
O tratamento com quimioterapia começa dia 17 no IPO e não sabemos se ficará internada. Para que a minha mãe não desconfie, a minha irmã durante os tratamentos ficará na casa do meu irmão, e serei eu que irei acompanhá-la no que fôr necessário. Deus ajude a minha irmã e que isto tudo acabe depressa a seu favor, que recupere a saúde rapidamente.
Eis um caso com um fim feliz, oxalá seja assim também para a minha irmã:
Desesperados e famintos, muitos viram-me para a mendicidade nestes tempos difíceis de crise económica.
No entanto, parece ser um empreendimento lucrativo para alguns.
Em Joanesburgo
Com o Campeonato do Mundo no próximo mês os mendigos irão aumentar vertiginosamente
Em Berlim, um mendigo sentado à porta de uma loja
Em Pequim, um pedinte toca numa rua do centro da cidade
Um mendigo iraniano toca um instrumento de sopro a troco de dinheiro, no norte de Teerão. Os mendigos na capital iraniana ganham o equivalente a 1200€ por mês. Cinco vezes o salário mínimo nacional.
Pela raiva incontrolada provocada pelas traições, pela discriminação e mentiras, fervem as entranhas e saem todas as emoções negativas, não pela boca mas por email, que é assim praticamente que nestes últimos anos nos comunicamos, por ele encontrar-se em África.
Agora a casa dos meus sonhos terá de ser vendida e estou completamente desgastada com esta situação.
Ele queria que eu esperasse cinco anos e depois compraria a minha parte. É tão egoísta que chega a ser cruel. Sim, tenho-lhe ainda amor, mas muito magoado. Não posso aceitar essa proposta que só me faria prolongar o sofrimento.
Esta foto tem quase dois anos. Todo o jardim estava agora no seu auge, graças a tanto esforço físico, mas gratificante porque adoro cuidar de plantas.
Estou mesmo em baixo.
Mais um ano horribilis na minha vida, ter ficado desempregada e sem a casa dos meus sonhos.
Termino com a foto de uma flôr que em breve deixará de ser minha.
Rosa Mística
O significado desta rosa lilás: A sua cor fascinante é símbolo de mistério, encantamento, esplendor, espiritualidade e amor à primeira vista. É uma das cores mais raras e visualmente doce.
É o nome da roseira que floriu no quintal de minha mãe.
Desde há anos que a minha mãe procura roseiras Príncipe Negro sem sucesso.
Comprei-lhe esta como compensação, porque simplesmente as Príncipe Negro desapareceram do mercado, e as que vendem por aí dizendo serem essa variedade é pura ilusão.
A particularidade da rosa príncipe negro é ser completamente negra e aveludada. Como esta na foto.
Entretanto o botão de rosa da minha primeira roseira que fotografei há 4 dias, atingiu o seu auge de máxima beleza.
No primeiro de Maio comemora-se a luta para o dia de oito horas de trabalho que aconteceu na Praça Haymarket em Chicago, em 1886, e que ficou conhecida como a Revolta de Haymarket.
Hoje, manifestações foram realizadas ao redor do mundo, destacando a raiva pública sobre a recessão que viu milhões perderem os seus empregos.
Sinceramente é uma moda que só me dá vontade de rir pela dificuldade no andar de quem as usa, para além de ser inestética e nada confortável.
Mas os gostos não se discutem...
Hoje enviaram-me um email com a explicação da moda das calças descaídas, com as boxers à mostra.
Dizia no email que esta tendência nasceu nas prisões dos Estados Unidos em que os reclusos que estavam receptivos a relações sexuais com outros homens, tiveram de inventar um sinal que passasse despercebido aos guardas prisionais.
Quem usasse calças descaídas por baixo do rabo, estava somente a mostrar que estava disposto a ter sexo anal com outros homens.
Hoje de manhã, apareceu em cima do pilar do portão de entrada da casa de minha mãe, no Restelo, uma mala de senhora, aberta, em que se via conter imensos cartões de débito, crédito e outros.
De imediato a minha irmã tentou ligar em vão para a Embaixada de Itália e respectivo Consulado, durante a toda a manhã e parte da tarde, sem que ninguém atendesse.
Seria hoje feriado em Itália?
Resolveu então ligar para a nossa PSP, que rapidamente compareceu para levantar a mala da coitada da italiana que devia estar desesperada.
Bela recordação ela levará de Portugal.
A propósito de ladrões, encontrei este filme que tem imensa piada, apesar das legendas em brasileiro a gozar o com o Manuel tuga.
Um desastre ambiental à vista na sequência da explosão no passado dia 20 de Abril da plataforma Horizon Deepwater, localizada no Golfo do México perto de Nova Orleães. Em resultado está a vazar por dia cerca de 42 mil litros de petróleo para o Golfo. Enquanto as autoridades procuram controlar o que poderia ser o pior vazamento de petróleo de que há memória na história dos Estados Unidos, criaturas marinhas e ilhas continuam a ser os mais vulneráveis.
Uma foto de satélite fornecida pela NASA mostra a mancha de óleo. O Delta do Mississipi está no centro da imagem, e a mancha de óleo é uma espiral de prata para a direita.
Petróleo em bruto à superfície da água. Um vazamento estimado em 1.000 barris de petróleo por dia.
Um barco faz o seu caminho através do petróleo à superfície da água.
Na madrugada de 26 de abril de 1986, um reactor explodiu, contaminando as então repúblicas soviéticas, Ucrânia, Rússia e Bielorússia. A explosão foi o pior acidente nuclear do mundo, espalhando uma sombra radioactiva por uma vasta extensão na Europa e consequentemente sobre a saúde de milhões de pessoas.
Assustou o mundo e muitos dizem que contribuiu para o colapso da União Soviética.
Agora, 24 anos depois, centenas de ambientalistas e activistas reuniram-se para comemorar o aniversário da explosão da central nuclear de Chernobyl.
Uma mulher acende uma vela e coloca flores no memorial às vítimas de Chernobyl, situado em Slavutich, 200 Km a norte da capital da Ucrânia.
À ida vi um carocha azul lindo. Passou por mim bem rápido, mas ainda assim consegui ouvir aquele som característico dos motores dos carochas. Tirei uma foto meio a fugir, que dá para ver como ele sobressai dos carros que circulam a seu lado. Para ver melhor é só clicar na foto.
Entretanto o calor que se fez sentir na Junqueira foi demasiado e tornou-se impossível tratar do jardim.
O filtro que coloquei no lagofunciona às mil maravilhas pois tenho a água quase cristalina. Reparei que no lago apareceu mais uma rã. A minha sorte é ter na casa vidros duplos pois no silêncio da noite, as duas a coaxar à desgarrada torna-se incomodativo.
Há 3 semanas mandei lavrarem-me o terreno e hoje pela manhã apareceu o Sr. Luís com o seu tractor e fresou-me parte do meu terreno até ao poço. Pelo total de 4 horas de trabalho, lavrar e fresar, levou-me 80€.
Para a semana iniciarei o cultivo de algumas árvores que quero ter: castanheiro, nogueira e figueira, assim como uma horta. Terei agora de consultar o Borda de Água para saber o que poderei plantar nesta altura do ano ou então perguntarei aos meus vizinhos.
Estes dias que lá estive praticamente só tratei dos meus canários. Tenho as fêmeas todas chocas com ovinhos. No ninho da amarela malhada nasceram dois canarinhos. Deu para ver que um irá ser escuro e o outro claro e faltam nascer mais dois ovos. Daqui a 3 semanas já se verá quais irão ser as suas cores.
Termino com a foto de um botão de rosa da minha primeira roseira, plantada o ano passado. Não é lindo?
O meu primeiro carro foi um carocha VW1300 de 1971, que gastava 11 litros de gasolina super aos 100Km.
O cheiro dentro do carro a gasolina era tão intenso que eu, fumadora naquela altura, nem me atrevia a acender um cigarro com medo de pegar fogo.
Há 20 anos os combustíveis eram baratos e não dava mossa no orçamento, o mais chato era ter de parar imensas vezes nas bombas de gasolina para atestar o depósito.
Cheguei a aparecer na TV num encontro de carochas em Sintra. Perguntavam-me por que nome chamava o carro, como se de um animal de estimação se tratasse, ao que respondi Fi-Fi inspirada na matrícula.
Enquanto andei com o carocha, nunca vivi avarias nem furos, foi um carro divertidíssimo e a juntar a isso eu também era bem novinha.
Entretanto as exigências da vida obrigaram-me a comprar um carro mais económico e o carocha, a pedido do meu sobrinho David para não o vender e que ficou com ele, ficou guardado durante 15 anos na garagem do seu avô em Setúbal.
Pois esta semana chegou a hora do carocha ressuscitar e lá foi levado a uma oficina no Carregado para ficar operacional.
O David enviou-me fotos do Fi-Fi que me deixaram tão emocionada e quase chorei.
Por triste coincidência e com ligação a este carro, tão famoso pela sua robustez, hoje realizou-se o funeral de Fernando Laidley.
Este jornalista teve a coragem de, em 1955, fazer uma viagem num carocha que ligou Lisboa a Luanda, totalizando 46.000 Kms. Imagens e relatos desta aventura aqui.
Após ter visto a Grande Reportagem na SIC sobre corrupção, fiquei com um amargo de boca tristemente constatando que os corruptos levam sempre a melhor, com a preciosa ajuda da nossa apelidada Justiça.
Aqueles que ousam corajosamente colocar-se-lhes à frente, acabam por perder tudo.
Não lhes valeu de nada serem honestos, acabaram crucificados e privados de poderem continuar a prestar o melhor dos serviços ao país, eliminando estas teias de poder sujo que têm como único fito poderem ganhar ilicitamente milhões de euros, pertencentes a todos os portugueses que tanto anseiam há décadas por uma vida com uma qualidade mínima.
Mil vezes prefiro assuntos sobre a natureza que assuntos sobre política. A política portuguesa está a tornar-se cada vez mais doentia, mentirosa e fedorenta como uma peste que infecta todos sem excepção de partidos. Extinguiram-se os homens com carisma e mentes brilhantes. Quero manter-me alienada. Assim, quando Portugal fôr à falência eu não irei dar por nada pois a minha vida faliu muito antes. Por isso prefiro o regresso às origens através do contacto com a natureza.
Cada vez mais valorizo as pequenas aldeias e os seus ambientes saudáveis de amizades genuínas.
Mais um assunto que me dá gozo:
Tenho uma rã verde igual a esta no meu lago em Alcobaça. Dos ovos de rã que apanhei no Parque das Nações o ano passado, um girino sobreviveu e nesta época de acasalamento, é ouvi-lo agora adulto a coaxar bem alto.
Tomei esta decisão a ver se controlo a natalidade dos meus kinguios, que nasceram às dezenas o ano passado.
Hoje apanhei mais ovos de rã para introduzir no lago. Se um deles chegar a adulto será para fazer companhia à que lá está. Sei que muitos irão ser comidos pelos peixes. De qualquer modo se a coisa se descontrolar, tenho uma rede.
Entretanto as "minhas águias" brincavam no céu. Esta é a única foto que consegui tirar. Conseguem vê-las? É só clicar na foto.
Se todo o universo não tem sentido, nós nunca deveríamos ter descoberto que ele não tem sentido: assim como, se não houvesse luz no universo e portanto nenhuma criatura com olhos, nunca saberíamos que estaria escuro. O escuro não faria sentido. - C. S. Lewis.
Charles, o gato que viajou 2.000 Km de sua casa no Novo México para Chicago.
Uma enorme nuvem de cinzas de um vulcão islandês transformou os céus do norte da Europa numa zona de exclusão aérea, obrigando centenas de milhares de passageiros a ficarem retidos nos aeroportos.
A organização europeia de segurança aérea, disse que a ruptura no tráfego aéreo poderá durar mais dois dias.
Um perito em vulcanologia afirmou que se a erupção continuar, as cinzas podem apresentar problemas intermitentes no tráfego aéreo durante seis meses.