domingo, 11 de julho de 2010

Reportagem mal cheirosa, mas séria.


Adam Yamaguchi, correspondente e produtor executivo da Vanguard,  fala sobre as filmagens de “The World’s Toilet Crise”, a pior tarefa a que ele próprio se sujeitou, recolhidas na India e Indonésia.
A reportagem revela que segundo o Departamento dos EUA, a Organização Mundial de Saúde e a UNICEF, o maior assassino infeccioso do mundo não é a malária, a Sida ou a tuberculose, mas sim os dejectos humanos.
Estima-se que 2,6 bilhões de pessoas, cerca de 40% da população mundial, 1 bilhão dos quais crianças, não têm acesso a instalações sanitárias de qualquer natureza e praticam a defecação a céu aberto.

O resultado é uma pandemia contínua de aflições intestinais que mata 2 milhões de pessoas por ano, porque as pessoas lavam loiça e roupa, dormem e comem no mesmo local onde defecam, sem darem conta do perigo a que se sujeitam.


sábado, 10 de julho de 2010

Pobre cidade, amaldiçoada pelo seu nome: Al-Qaeda


O nome da cidade de Al-Qaeda nada tem a ver com a organização liderada por Osama Bin Laden.
Al-Qaeda do Iémen, cercada por montanhas e oprimida pela pobreza tem a duvidosa honra de carregar o mesmo nome Al-Qaeda.
Os seus moradores dizem que o nome trouxe vergonha para a cidade e têm sido confrontados com “suspeita” por causa disso.
Al-Qaeda em árabe significa "A Base" e foi em tempos um centro de grande comercio.
Muito jovens têm a sorte de receber bolsas de estudo no exterior, mas enfrentam dificuldades porque Al-Qeada é a sua cidade natal.
Um dos habitantes viajou para um país árabe para tratamento médico, e as autoridades do aeroporto após terem-no detido e interrogado mandaram-no de volta depois de encontrarem o nome de Al-Qaeda no seu passaporte.
Na tentativa de limpar este mau registo, o chefe de segurança local disse que a cidade “tem muitas pessoas que bebem álcool e consomem drogas, ambas estritamente proibidas pelo islão” e acrescentou “como poderiam estes ser seguidores de Bin Laden?”. E insistiu que a cidade de Al-Qaeda estava absolutamente livre de jihadistas e extremistas.
Enquanto o extremismo não é problema nesta cidade de 70.000 habitantes, dos quais 90% vivem abaixo da linha da pobreza , a Al-Qaeda tornou-se um refúgio seguro para os traficantes de drogas e álcool. Estes aproveitam-se da deterioração da economia e recrutam pessoas para venderem as suas mercadorias.
Apesar da pobreza encará-los, a hospitalidade para com estranhos é uma obrigação para o povo de Al-Qaeda.
Al-Qaeda é um lugar bonito, mas há aqueles que tentar “sujar” a sua beleza transformando-a numa base para os gangs criminosos.
Há vinte anos atrás, os habitantes não sabiam nada sobre os bandidos e criminosos que matam pessoas inocentes. Mas hoje, grupos armados foram formados para roubar e matar com impunidade.
Pela cidade não existem estradas pavimentadas, as motos baratas são o meio de transporte mais comum, e a conversa que se ouve é de caos e negligência do governo.
“O estado não pode fazer nada sobre o esgoto que passa ao lado da minha casa, que deixou a minha família com todo o tipo de doenças. Não há mês que passe sem um membro da família ser hospitalizado” lamentou um homem idoso.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

O meu dia a dia

Como estou desempregada, o horário das 9 às 18 horas ocupado pelo emprego deixou de existir, e porque comecei gradualmente a desorganizar-me fui obrigada a criar rotinas.  
O espaço de um mês foi suficiente para sentir-me perdida sem saber a quantos andava que dia era, se segunda-feira se quinta-feira, e só dava conta dos fins de semana quando tinha visitas.
Actualmente os meus dias são ocupados com a formação de Agricultura Biológica, com o ginásio, com viagens a Lisboa para acompanhamento nas idas da minha irmã ao IPO para tratamento da sua doença e, com a minha horta e jardim.

Para mostrar, a quem tem paciência para me ler, tirei umas fotos à minha fruta e legumes,  que se desenvolvem sem um único químico ao estilo de agricultura biológica.

Vida saudável a minha... apesar de tudo.

A primeira melancia 

Tomates (tenho uns 10 tomateiros)

Feijão Verde (ainda a crescer)

As minhas maçãs sumarentas

Pêras

A caixa para compostagem, oferta da Câmara Municipal de Alcobaça.
Fui levantá-la hoje e o Manual de Instruções vem em quatro línguas, português não incluído.

Flores

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Suicídios no Japão, crescem com a crise

O Japão tem uma das taxas de suicídio mais altas do mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde, uma estatística que se tornou uma questão para debate político nacional.
A taxa anual de suicídio por 100.000 é de 35,8 para os homens (género mais em risco) em comparação com os 10,1 na Grã-Bretanha. Existem sete países que possuem uma taxa mais elevada, em que se inclui a Bielorússia com um valor de 63,3.
Durante décadas o Japão tem lutado com este problema, culpando a pobreza e o isolamento, em que os jovens sentindo-se tão oprimidos consideram a morte a única solução.
Mais de 100 pessoas compareceram, e milhares mais foram ouvidos através da Internet, num workshop recente de prevenção ao suicídio no Japão, um país onde mais de 30.000 pessoas se matam a cada ano.
A economia japonesa permaneceu estagnada por quase 20 anos, desde o estoiro da bolha económica no início da década de 1990 e como resultado, as pessoas perderam a sua auto-confiança e são abatidas na vaga de inquietação sobre o futuro.
Num país em que as empresas durante o período pós-guerra do “milagre económico” garantiam emprego para toda a vida em troca do trabalho e lealdade dos seus funcionários, o desemprego cresceu acima dos 5%.
Disparidades de riqueza em crescimento, pessoas desalojadas, uma visão antes relativamente rara, tornaram-se comuns em cidades japonesas e uma geração de jovens são obrigados a viver com baixos salários em empregos temporários.
“Muitos japoneses estãp vivendo no limite e a própria vida é como um trabalho duro” disse o psiquiatra Rika Kayama no workshop anti-suicídio.
A sociedade japonesa está envelhecendo assim como diminui e muitos temem pelo futuro da economia que dentro em breve será ultrapassada pela China.
O aumento da pobreza atingiu particularmente as crianças, as mães solteiras e os idosos, juntamente com outras 750 mil pessoas com falta de alimentação.
Indo a qualquer escola pública e perguntando aos professores, ouvem-se histórias sobre crianças que tomam banho apenas uma vez por semana e que têm partilhar um lápis com seus irmãos.
Eles podem não mendigar na rua... mas a pobreza existe.


quarta-feira, 7 de julho de 2010

A vida em um dia

Kevin Macdonald, o realizador do filme "O último Rei da Escócia", vai editar um documentário de longa metragem a ser produzido por Ridley Scott do "Gladiador" e "Robin Hood".
Através do YouTube está a pedir a pessoas de todo o mundo que lhe enviem filmagens do seu quotidiano.
A estreia do filme será em Janeiro no Sundance Film Festival e vai ser transmitido em simultâneo e gratuitamente no YouTube.
Este realizador espera que o filme seja uma espécie de cápsula do tempo.
Os interessados deverão ter no mínimo 13 anos, e podem ser de qualquer pais, menos os que têm restrições com os EUA.
Ler mais informação aqui.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Mensagem em 12500 garrafas de plástico


Plastiki é um barco totalmente reciclado, feito de 12500 garrafas de plástico, e cola biológica feita de castanha de cajú e cana do açúcar.
Viajará de Nova Caledónia até Sidney, com o intuito de aumentar a consciência ambiental, destacando os perigos da poluição do plástico nos oceanos do mundo, o excesso de pesca e as alterações climatéricas.
O ecologista e aventureiro britânico David Rothschild, o herdeiro mais novo da fortuna da família Rothschild, sonhou com a ideia de um navio totalmente reciclável, após a leitura de um relatório da ONU, sobre os ecossistemas do oceano.
A tripulação do Plastiki tem esperança em conseguir inspirar o mundo em reduzir, reutilizar e reciclar.

Unidos no Aniversário do João

Cinco de Julho era o dia de aniversário do meu amigo João. 
Neste dia, desde a sua morte prematura em 2004, todos os amigos juntam-se anualmente num jantar comemorativo.
Este ano foram dois jantares simultâneos em duas cidades distintas: Lisboa e Barcelona.
Poderão dizer que somos um grupo estranho, mas se tivessem tido a sorte de conhecer o João, também acabariam por pertencer ao nosso grupo.
Em Lisboa éramos 5 e em Barcelona juntaram-se 14 amigos.
O Paco de Barcelona escreveu este lindo poema:

LA SILLA DEL FONDO NO ESTA VACIA
...pareciera que al final de la mesa solo hubiera una silla vacia, dejando asi adivinar las ultimas luces del horizonte a través de la ventana…
…sin cortinajes que lo impida se abre ante nuestros ojos los azules del cielo de LISBOA y acercandome mas compruebo que una tenue niebla me engañaba…
…”la silla del fondo no esta vacia”, la ocupa la fina transparencia de un alma afable y amiga…
…es la tuya mi querido JOAO que lejos de parecer lejana con el paso de estos últimos años se presenta mas cristalina que nunca…ocupando un hueco que no es tal…
…no,la silla del fondo no esta vacia como tampoco lo están nuestros corazones en el recuerdo hacia ti…
…FELIZ CUMPLEAÑOS! querido amigo y un beso de todos…

sexta-feira, 2 de julho de 2010

"As Memórias de Randa a Trans"

Randa, a libanesa transexual, uma das pioneiras do movimento Transgender Underground do mundo árabe, lançou as suas memórias, numa ousadia sem precedentes, narrando a sua luta para se tornar uma mulher contra todas as probabilidades.
"Mouzakarat Randa al-Trans" ou "As Memórias de Randa a Trans”, é uma narrativa brutalmente honesta que traça as batalhas de Randa com a família, com a sociedade, o país, a  religião e os abusos na sua Argélia natal.
O livro de 144 páginas lançado este ano em Beirute, revela detalhes da vida de Randa, desde a infância como macho, até à sua primeira experiência sexual com um homem, e as consequências da sua escolha em viver como um homem mulher transexual.
"Houve um momento em que coloquei dois frascos de comprimidos na minha cómoda e sabia que tinha uma escolha", disse Randa, cujo nome era Fuad quando nascimento.
"Eu poderia morrer agora, tomando o frasco inteiro de medicamentos, ou começar no frasco de hormonas e viver como uma mulher e com a possibilidade de que poderia morrer nas mãos de alguém."
Insistentes ameaças de morte no ano passado obrigou-a deixar sua terra natal e, com o visto expirado Europeu e amigos na cidade próxima de Beirute, no Líbano, parecia a escolha óbvia.
"Eu vinha recebendo ameaças há algum tempo", disse ela. "A segurança geral na Argélia tinha feito um processo sobre mim, e eu tinha sido "avisada" por determinados grupos islâmicos.
"Em abril último, foi-me dado um ultimato de 10 dias: ir embora ou ser morta".
Magra e de voz suave com longos cabelos escuros, Randa vive hoje como uma mulher em Beirute, onde ela está se preparando para completar o processo cirúrgico que irá transformá-la em fêmea.
Embora a lei libanesa criminalize relações do mesmo sexo, não faz menção à cirurgia de mudança sexual.
E, embora os valores patriarcais ainda imperem sobre este pequeno país mediterrâneo oriental, a sociedade relativamente tolerante de Beirute e a reputação astral dos médicos libaneses têm encorajado as pessoas de diferentes orientações sexuais e identidades buscar refúgio nesta vibrante cidade.
"As pessoas perguntam mas por que é que alguém iria desistir dos privilégios que os homens têm e ser classificado ainda pior que as mulheres que nasceram mulheres?", disse Randa.
"Precisamos fazer as pessoas entenderem, que a palavra transexual não é sobre sexo e não sobre o prazer" acrescentou. "É sobre identidade".
Enquanto o Irão pune a conduta homossexual com a execução, na repúiblica islâmica a mudança de sexo é permitida por decreto religioso, famosa por ter a maior taxa de cirurgias de mudança de sexo depois da Tailândia.
Um cirurgião estima que uma em 50 mil pessoas no Líbano tem algum grau da síndrome de transtorno de identidade de género, ou descontentamento com o seu sexo biológico
Cada vez mais pessoas vêm ao Líbano para essas cirurgias porque a lei não o proíbe e o sector médico é altamente respeitado.
Para Randa, que rindo recusou a revelar a sua idade, admitindo ter "30 e poucos anos", a aprovação da família esteve fora de questão.
"M
"O que tenho eu a perder se a sociedade me rejeita?"
"Às vezes quero desistir e ir embora, mas eu sei que se eu sair, eu vou voltar".
"A liberdade nunca lhe é dada" acrescentou. "Você tem de chegar lá e agarrá-la, às vezes,  não importando os riscos".
"E agora nós não podemos parar de lutar".

quinta-feira, 1 de julho de 2010

O Novo Racismo


A intolerância religiosa é o novo racismo e uma das principais causas de perseguição das minorias em todo o mundo, de acordo com o relatório anual da Internacional Minority Rights Group. 
Muitas comunidades que enfrentam a discriminação racial durante décadas estão agora a ser alvo por causa de sua religião.
O relatório assinala que os muçulmanos têm sido cada vez mais um alvo por parte das autoridades na Europa e nos Estados Unidos, como parte das medidas contra o terrorismo.
As restrições aplicadas aos cidadãos de 14 países em que 13 deles são de maioria muçulmana, sublima o relatório, que também destacou a forma como os grupos religiosos podem ser o foco das campanhas nacionalistas como na Suíça onde os eleitores escolheram um referendo para proibir a construção de novos minaretes, depois de uma campanha feita por um partido de extrema-direita.
Enquanto isso no Iraque e Paquistão, que estão na linha de frente da chamada "guerra ao terror", ataques contra minorias religiosas também têm aumentando nos últimos anos, diz o relatório.
O relatório aponta grupos religiosos no Iraque, como cristãos, midianitas, Baha'i e Yezidis, que se tornaram alvos de violência desde a invasão liderada pelos EUA, em 2003.
E no Paquistão, os talibãs têm como alvo os cristãos que atacam através de assassinatos, tortura, conversões forçadas e queima de igrejas.
Outra discriminação ocorre através de esquemas públicos de registo para grupos religiosos, uma prática usada no Azerbaijão, Bielorussia, Cazaquistão, Sérvia, Turquemenistão e Uzbequistão desde 2001.
No Egipto, todos os documentos de identificação devem mencionar a filiação religiosa, mas a escolha é limitada ao Islamismo, Cristianismo e Judaísmo. Isto significa que os Baha'i não conseguem obter documentos de identificação e, portanto, não podem trabalhar ou ter acesso a cuidados de saúde.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Queridos Vizinhos

Há coisa de uma hora a minha vizinha chamou-me para colhermos pêssegos directamente da sua árvore. 
Não é a primeira vez que me oferecem produtos das suas terras. Já recebi ovos, couves, alface, tomates, feijão verde e sei lá que mais.
Alguma vez estas coisas se passam em Lisboa, onde as pessoas se evitam e baixam a cabeça quando se cruzam na escada do prédio?
Talvez eu tenha tido azar nos vizinhos de lá. 

Vejam estes pêssegos, mas que saborosos! Comprovei mal entrei em casa.


Tão decorativos na minha (meia) cabaça que comprei em Gabu, na Guiné-Bissau.
Para mim a cidade mais quente deste país. 
Deviam estar uns 40ºC quando lá fui e as pessoas andavam às compras descontraidamente, como se nada fosse. 


terça-feira, 29 de junho de 2010

Das ideias simples nascem grandes invenções


Inventor "encobre " picos para retardar o degelo.


Num canto remoto dos Andes peruanos, homens em fato-de-macaco diligentemente vão cobrindo uma montanha com cal, numa tentativa experimental para recuperar os glaciares do degelo.
É uma visão bizarra a 4756 metros acima do nível do mar.
Eduard Gold, o homem por trás da ideia não é cientista mas sim um inventor.
A sua ONG Glaciares de Peru foi um dos 26 vencedores do concurso criado em Novembro de 2009, pelo Banco Mundial "100 Ideias para Salvar o Planeta".
Gold já começou a trabalhar enquanto ainda aguarda o dinheiro do prémio de 155.000€ para financiar o seu projecto-piloto.
O plano é pintar uma área de 70 hectares em três picos nos Andes em Ayacucho, no sul do Peru.
Os trabalhadores usam jarros em vez de pincéis. Jorram a cal nas pedras soltas em torno do cume.
Até agora foram pintados cerca de dois hectares, apenas um décimo do total da área que pretendem cobrir nesse pico.
"A superfície branca reflecte os raios solares de volta através da atmosfera e no espaço, e ao fazê-lo esfria a área ao redor também", explica Gold".
"Na verdade cria-se um micro-clima, por isso podemos dizer que o frio gera mais frio, assim como o calor gera mais calor". A ideia é baseada no princípio científico simples em que alterando o alfebo (a medida da quantidade de radiação solar reflectida por um corpo ou uma superfície) de uma superfície embranquecida, significa que ela não absorve tanto calor".
Peru é o lar de mais de 70% dos glaciares tropicais do mundo, mas o aquecimento global já derreteu 22% deles nos últimos 30 anos, de acordo com um relatório do Banco Mundial em 2009. 
O ministro do ambiente peruano Antonio Brack disse que o fundo de 155.000€ do Banco Mundial teria sido melhor gasto noutro projecto que tivesse mais impacto nas alterações climáticas. "É um absurdo", comentou abertamente no ano passado. 
Mas Eduard Gold acredita que pode colocar a teoria em prática e obter resultados.
"Prefiro tentar e falhar para encontrar uma solução, que começar a trabalhar a forma como vamos sobreviver sem os glaciares".

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Lindo passarinho

Um casal da espécie Alvéola-Branca  nidificou perto do meu lago, e hoje dei conta que andava por lá uma cria que ainda não sabe voar, pois nas minhas voltas de jardinagem passei perto e nem fugiu.
Tirei-lhe uma foto e outra à sua progenitora, que à distância controlava a sua cria.

Só mesmo eu, com estes assuntos que, tenho de dizer, adoro.



Teoria Quântica

Não quero armar-me com este tipo de assunto, mas há matérias que realmente fascinam pelas suas explicações físicas e matemáticas sérias.
Enquanto a ciência, filmes e livros têm tentado, de diversas e espantosas maneiras, iluminar-nos com a teoria quântica, como por que fazemos as escolhas que fazemos todos os dias das nossas vidas, para uma pessoa como eu esta teoria assim como a dos Universos Paralelos deixam-me muito curiosa.
Será mesmo assim?
A definição para mim mais inteligível sobre a Teoria Quântica foi esta aqui.
Entretanto sobre este assunto encontrei este filme de 2006, que gostaria muito ter visto.


domingo, 27 de junho de 2010

Guerra Civil de Espanha

Em Espanha, actores conhecidos deram a cara numa campanha contra a impunidade franquista. 
Crimes que no  mundo não deveriam repetir-se.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Lua Cheia...

Pena não poder escutar lobos por aqui.

Uma visita

Um coelhinho andou a deambular pelo terreno, depois assustou-se comigo.
Mais uns metros e o malandreco atacar-me-ia a horta.

Discurso de um soldado americano


Recebi este filme por email, e senti-me obrigada a colocá-lo neste blog tal é a importância da sua mensagem.


No mail diziam que este soldado apareceu morto dois dias depois deste discurso, e que a autópsia revelou que a morte foi provocada por ataque cardíaco.

Desconfia-se que foi assassinado.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Qual é a nossa culpa?


Espécies do Oceano Atlântico estão a morrer, desde que começou o derrame de petróleo da BP.
Peixes, aves, camarões, tartarugas, caranguejos e muitas outras criaturas do mar têm sido afectadas pelo derramamento.
A cobiça do homem por mais e mais criou um caos no ambiente, e esta corrida louca interminável está a prejudicar cada centímetro deste mundo.
Fotos Dawn Media Group





Apresentação Quinzenal

Regressei à Junqueira, a minha nova santa terrinha depois de deixar para trás o trânsito infernal de Lisboa.
Que maravilha poder viver no campo e apreciar esta natureza tão saudável. 
Logo à chegada, num dos meus pinheiros, uma coruja novinha voava meia tonta e pousava nos ramos mais improváveis. As minha duas rãs barulhentas coaxaram à laia de cumprimento, e a minha querida vizinha lá veio cumprimentar-me toda triste, porque faltou água durante dois dias e não me pôde regar a horta e o jardim.

Logo após ter almoçado tive de ir a Alcobaça. 
Como desempregada, terei de me apresentar quinzenalmente na Junta de Freguesia, e hoje foi o dia para levar com um carimbo numa folha que aponta o dia 8 de Julho para nova apresentação.
Ninguém tem noção até ficarmos sem emprego, mas a fila de desempregados a aparecer na Junta é significativa.
Pelo caminho fui tirando fotos da praça central de Alcobaça, muito bonita e muito turística.







segunda-feira, 21 de junho de 2010

Tempo de espera por consulta

Tal como referi no post anterior, hoje foi dia de análises e consulta no I.P.O. (Instituto Oncologia Português) a que a minha irmã teve de comparecer logo pela manhã.
Chegámos ao hospital eram 7:30h para conseguirmos estacionamento e também porque o balcão de atendimento abria às 8:00h.
Eram 9:00h quando a minha irmã fez as análises para a consulta, que estava marcada para as 11:00h.
Chegadas as 13:00h não havia meio de a chamarem e resolvemos ir ao balcão saber a razão da demora. 
A resposta foi que "não havia gabinete" e obrigatoriamente só nos restava esperar, porque afinal será amanhã a 2ª sessão de quimioterapia.
Finalmente a consulta aconteceu às 15:00h, e com boas notícias quanto ao resultado das análises, valha-nos isso.
Vi um pouco de tudo durante aquela espera interminável.
A cena mais terna foi observar uma fulana tirar de um saco uma cria de andorinha, ainda com poucas penas, e dar-lhe a comer uma papa com um palito. 

Depois, depois começou o jogo Portugal vs Coreia do Norte, que o pessoal pôde acompanhar pela TV, e aquela sala de espera de hospital repentinamente deixou de o ser quando a nossa equipa começou a meter golos. 
No primeiro golo as pessoas manifestaram-se timidamente mas quando os golos começaram a chover já ninguém se controlava.
Logo à noite, no telejornal, quero rever as nossas magníficas jogadas.