quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Tenho um Sonho

ACREDITO EM ANJOS, CAVALEIROS E PRINCESAS...EM PARAÍSOS LONGÍNQUOS E PLANÍCIES MARAVILHOSAS...
 
...EM CORAÇÕES LÍMPIDOS E ALMAS CRISTALINAS...

... MAS SOBRETUDO ACREDITO NOS SONHOS, SONHOS QUE SE CUMPREM MESMO QUE MUITOS OUTROS SE DERRUBEM...
 
... NÃO IMPORTA: TENHO TANTOS!...TANTOS PARA PARTILHAR, TANTOS PARA OFERECER E MUITOS, MUITOS... PARA SEMEAR...

... POR ISSO HOJE, NO FINAL DESTE ANO, NÃO SERÁ ESTANHO QUE TENHA MAIS UM....SIM...


...  O MEU SONHO É PODER SER UM ANJO PARA TE PROTEGER SEMPRE...
...  SER O TEU CAVALEIRO OU A TUA PRINCESA PARA LUTAR POR TI E SALVAR-TE QUANDO NECESSITES...
...  LEVAR-TE A PARAÍSOS LONGÍNQUOS E BEBER CONTIGO AS ÁGUAS CRISTALINAS...
...  E SOBRETUDO, DESFRUTAR O TEU CORAÇÃO LÍMPIDO...
... POR TUDO ISTO HOJE DIGO-TE QUE TENHO ESTE SONHOS E QUE TU ESTÁS NELE COMIGO...

... ESPERO QUE SE CUMPRAM TODOS, OS TEUS E OS MEUS...
... DO MEU CORAÇÃO...

... FELIZ 2011...

(Do meu amigo Paco)

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Um Santo Natal

São os meus votos de coração a todos os amigos. 

Que o próximo ano traga essencialmente mais amor, sentimento que rege praticamente todas as nossas vidas.

Recebi de um amigo em Barcelona, o Pako, uma mensagem que em poucas  palavras diz tanto:

"Se cambia de año; se cambia de sueños; se cambia de objetivos; se cambia de aspecto. Pero jamas, jamas se cambia de amigos.
Feliz Navidad y Año Nuevo 2011"

Beijos.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Rato Cantor

Produzido por cientistas japoneses, este rato modificado genéticamente, canta como um passarinho.

Acreditam que talvez este rato dê luz sobre as origens da linguagem humana.

Um fofinho este ratinho mutante.

Para ouvi-lo carregue aqui.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Cabrito de Natal

Este Natal o cabrito vai ser comprado a meias entre a família, pois o seu custo ronda os 18 euros o quilo. 

Quase o preço de um animal de estimação que se compra para comer.

Sinto-me culpada por saber que um dos animais mais fôfos irá ser sacrificado sem dó nem piedade, e que eu hipocritamente irei comer deliciada. 

Eu devia era seguir este conselho:

sábado, 18 de dezembro de 2010

Mulher que não conhece o medo

Cientistas norte-americanos descobriram uma mulher com uma rara doença cerebral que faz com que ela não tenha medo de nada, nem uma enorme serpente à espreita perto de seus filhos, nem uma faca no seu pescoço, e certamente nem sequer um filme de terror.
A mulher não pode experimentar o medo devido a uma doença que destruiu parte de seu cérebro, a amígdala, onde os investigadores acreditam que o sentimento de medo é feito.
Durante as últimas duas décadas os pesquisadores têm vindo a analisar a mulher, em busca de pistas sobre a sua condição, que segundo eles poderá ajudá-los a tratar o transtorno do stresse pós-traumático, particularmente em soldados que regressam da guerra.
É notável que ela ainda esteja viva", disse o autor do estudo que foi publicado na revista Currente Biology, acrescentando que "A natureza do medo é a nossa sobrevivência e a amígdala ajuda a manter-mo-nos vivos evitando situações, pessoas ou objectos que possam colocar a nossa vida em perigo".
Em vez de medo, a mulher, cuja rara condição é conhecida como doença de Urbach-Wiethe, descreve "um enorme sentimento de curiosidade."
Para testar a sua reacção, os pesquisadores levaram-na a uma loja de animais de estimação exóticos cheios de aranhas e cobras, animais que ela sempre disse que "odeia" e tenta evitar.
Ao entrar na loja, a doente, foi espontaneamente atraída para as cobras parecendo visualmente cativada pela grande colecção de cobras, tendo segurado e brincado com uma durante uns minutos, enquanto o seu comportamento verbal revelava um grau comparável ao fascínio e curiosidade.
Quando ela aproximou-se de uma tarântula, teve de ser interrompida porque havia um alto risco de poder ser mordida.
Quando questionada por que razão iria querer tocar em algo que ela sabe que é perigoso e que ela diz odiar, a mulher respondeu que a curiosidade superava esse pensamento.
O filho mais velho da mulher, que está nos seus vintes, disse aos investigadores que não se lembrava alguma vez ter visto sua mãe com medo de algo.
Lembrava-se de um caso em especial da sua infância, quando ele brincava com seus dois irmãos e viram perto uma cobra grande.
A mãe simplesmente correu até lá, pegou na cobra levando-a para a rua, pô-la nas ervas deixando-a ir em seu caminho.
Outras experiências foram elaboradas pelos pesquisadores, como levá-la a uma casa assombrada, onde se encontravam pessoas vestidas de monstros e fantasmas a saltaram da escuridão, e mostrando-lhe uma série de vídeos assustadores, tendo ela reagido rindo e tentando falar com os monstros, considerando os filmes de terror excitantes e divertidos.
Os investigadores esperam que a experiência desta mulher possa ajudar a tratar pessoas com transtorno de stresse pós-traumático, particularmente no tratamento de soldados dos EUA que voltam do Iraque e do Afeganistão.
As vidas dos soldados são marcadas pelo medo, e muitas vezes, são incapazes até mesmo de sair das suas casas devido ao sentimento sempre presente de perigo.
Ao entender como o cérebro processa o medo, poderemos um dia ser capazes de criar tratamentos que alvejam selectivamente as áreas do cérebro que permitem que o medo tome conta das nossas vidas.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Entre Lisboa e Alcobaça

Tenho estado em Lisboa estas últimas duas semanas tentando dar uma volta à vida. Tem sido particularmente difícil mas continuo a lutar e não perderei a esperança. 
O Natal vai ser um pouco triste este ano, a família vai estar espalhada. Por Lisboa fico eu, a minha irmã recompondo-se da sua doença, e a minha mãe tão velhinha, ultimamente muito confusa e esquecida. 
Tenho habitado o último andar da casa da minha mãe e até tirei uma foto da vista do quarto, de onde se vê a  Ermida do Restelo.

Entretanto as saudades de Alcobaça apertaram e voltei. Hoje de manhã cedo dei uma volta e reparei que a cidade tem muitas casas com aspecto medieval, na zona que circunda o mosteiro e por onde passa o Rio Alcoa. Como desconheço a história e arquitectura da cidade vou imaginando...

Este passeio, embelezou muito a cidade, foi construído em 2004.

Nos edifícios contíguos ao mosteiro, notamos alguns em completa ruína que parecem ter sido fábricas há décadas passadas, e lamentavelmente acabam por dar um ar de desgraça à cidade.

Finalizando o passeio acabei por dar de caras com uma prova do pouco civismo que existe neste país e que custa a entranhar nas pessoas. Um ponto de correntes contrárias do Rio Alcoa, vai aprisionando e acumulando garrafas de água a boiar.
 

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

O meu apartamento

Consegui finalmente arrendar o meu apartamento na Buraca, obtendo com isso mais uma ajuda no meu rendimento. 
Serão 450 euros mensais a que deduzirei os 350, que terei de pagar ao meu ex pelo empréstimo da casa de Alcobaça.
Fico com 100 que pelo menos dará para pagar o IMI, a Taxa de Conservação dos Esgotos e o seguro da casa.
Como o apartamento está a precisar de pinturas e algumas pequenas reparações, ofereci um mês de renda, pois neste momento não tenho economias para o fazer.

Mal entraram adoraram, foi a sala que os cativou por ser grande (37m2) e muito luminosa. 

Vivi naquela casa 23 anos. 

Depois da visita, quando entrei no carro deu-me para chorar. 
Vieram-me à memória imensas recordações, como o primeiro dia em que dormi no chão, tendo comprado mais tarde o meu primeiro colchão e um estrado com pés. 
Não tive sofás durante imenso tempo e em vez  tinha três almofadas enormes de tecidos grossos coloridos. 
Era só o básico: esquentador, fogão e cama. 
No início lavava a roupa na minha mãe. Uns meses depois ofereceu-me uma máquina de lavar roupa Míele, que ainda funciona às mil maravilhas sem uma única avaria.
 
E a pouco e pouco o apartamento lá se foi enchendo de móveis e muita tralha.

Que sejam lá felizes como eu fui...

Tesouros do passado ameaçados pelas alterações climáticas

Múmias em decomposição na Sibéria, pirâmides desaparecendo sob a areia no Sudão, templos Maias a colapsar: as alterações climáticas estão a pôr em risco inúmeros tesouros do nosso passado comum, avisam os arqueólogos.
O derretimento do gelo pode desbloquear segredos antigos a partir do solo, como a descoberta em 1991 de um guerreiro “Oetzi” de 5.300 anos, cujo corpo havia sido conservado durante milénios dentro de um glaciar dos Alpes.
Mas, conforme os glaciares vão derretendo, os desertos alastrarem, os níveis do oceano aumentarem e os furacões intensificarem, tudo efeitos provocados pelo homem, teme-se um pesado tributo sobre o património mundial.
Uma equipa arqueológica francesa na Ásia Central, que desempenhou um papel importante na escavação do kurgans, túmulos congelados de tribos nómadas das montanhas da Sibéria, teme que os mesmos se percam.
O permafrost, a camada permanentemente congelada da Terra, que os protegia até agora, está derretendo. Existem corpos mumificados tatuados, enterrados com cavalos sacrificados, existem peles, objectos de madeira e roupas. Parte do solo vai derretendo a cada estação e a está a ficar cada vez mais fundo. Se não se tomarem medidas preventivas, em breve será tarde demais.
O guerreiro Oetzi foi descoberto, certamente devido a um recuo de altitude do glaciar  da região do Tirol italiano.
O derretimento dos glaciares, sobretudo na Noruega, está regularmente a revelar outros tesouros.
Como uma Atlântida moderna, os especialistas alertam que o aumento dos níveis do oceano, que segundo algumas previsões poderá saltar um metro até 2100, está  a pôr em risco dezenas de sítios arqueológicos costeiros, com as ilhas do Pacífico na linha da frente.
Na Tanzânia, a erosão marítima já destruiu uma parede do Forte Kilwa, construído pelos colonizadores Portugueses numa ilha costeira em 1505.
E, em Bangladeshe, a cidade em ruínas de Panam em Sonargaon, o coração do reino de Bengala do séc.XV ao XIX, é frequentemente atingida por inundações.
Hoje, Panam é um dos 100 locais listados pela UNESCO como ameaçadas pelas alterações climáticas.
Um aumento na previsão de eventos climáticos imprevisíveis, furacões principalmente, é outra grande fonte de preocupação.
Como o caso de Chan Chan no Peru, a antiga capital da civilização Chimu e maior cidade pré-colombiana na América Latina, que já está severamente exposta a inundações ligada ao fenómeno climático El Nino.
Da mesma forma, o templo maia de Tabasqueno no México teve de ser em grande parte reconstruido, após ter sido danificado por dois furacões, o Opalo e o Roxana em 1995. Os arqueólogos conseguiram estabilizar o templo principal, mas a construção ficou saturada com água desabando para dentro.
A areia é um dos piores inimigos dos sítios arqueológicos, como no Sudão, onde as dunas que avançam sobre as Pirâmides de Meroe, a capital de um reino florescente do séc. III AC ao séc. IV AD.
Em Omã, dois ciclones, o Gonu em 2007 e Phet no ano passado, enterraram totalmente com areia locais de pesquisa arqueológica que datam do quinto e sexto milénio AC.
Os arqueólogos advertem que os esforços da UNESCO para identificar locais de risco não vão suficientemente longe, apelando para o mundo "soar o alarme" sobre esta ameaça.
A Arqueologia é parte da memória humana, e propõem que soluções radicais podem ser necessárias para proteger os tesouros do passado da mudança climática, citando o caso dos Templos de Abu Simbel, no Egipto.
Na sequência de um esforço internacional, todo o complexo foi transferido em 1960 para evitar que fossem submersos pela construção de uma barragem no rio Nilo.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Sem água e Sem electricidade

Têm sido assim os fim de semana na Junqueira-Alcobaça nos últimos tempos.

Passar dois dias seguidos sem água, a caminhar para o terceiro, fizeram-me fugir de lá.
 
Quanto à electricidade a mesma funciona aos arranques, vai e vem, o que me obriga a desligar tudo antes que fique sem PC, sem TV e outras máquinas. 
Mas afinal o que se passa com estes serviços?

Bem, eu ainda tenho a sorte de poder ir para outra casa, mas neste mundo existe tanta gente que nem tem para onde fugir.



quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

iPad

De facto o iPad irá facilitar e revolucionar em muito a vida das pessoas, assim como os nossos comportamentos irão sofrer mudanças significativas. 

Este filme cómico dá vários exemplos em como o iPad nunca poderá substituir o velho jornal. 

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Pão

Não compreendo porque o pão tem sofrido aumentos tão brutais, comparativamente ao preço da farinha.
Hoje, num supermercado, comprei três pães pequenos de sementes ao preço de 0,30€ cada um.
Pensei que podia tentar fazer este tipo de pão em casa e pus mãos à obra. 
Fui ao ALDI e comprei uma farinha com mistura de trigo e centeio e misturei-a numa vasilha com fermento padeiro, diluído em água morna, sementes de sésamo, girassol e linhaça.
Nem bati a massa, deixei-a com uma consistência meio mole ainda a pegar ao recipiente, e deixei repousar com um pano por cima, perto da salamandra acesa. 
Fui dar uma volta e quando regressei a casa, a massa já tinha crescido.
Assim, fui tirando da vasilha pedaços da massa que coloquei no tabuleiro, pulverizado com farinha.
Mostro-vos o resultado, que comprovei estar delicioso e que irei repetir sempre que possa,  porque ao fazer as contas, contando com a electricidade, água, sementes, farinha, fermento, ida ao super etc, cada pão ficou a 0,18€ ou seja quase metade do preço de compra.